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Indulgências plenárias pelo Ano Mariano acabam dia 12 de outubro

05/10/2017 11:23

Os fiéis que ainda não receberam as indulgências plenárias concedida pelo Papa Francisco em decorrência do Ano Jubilar Mariano terão até o dia 12 de outubro para conseguirem o preito.

A concessão está em vigência desde 12 de outubro de 2016, e tem sido concedida ao longo das comemorações pelo tricentenário do encontro da imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, nas águas do Rio Paraíba do Sul, em São Paulo.

Para alcançar a indulgência plenária, o fiel tem que estar com a confissão em dia, comungar e rezar em intenção do Santo Padre, o Papa. Desta forma, e de coração verdadeiramente contrito e penitente, para receber a indulgência a pessoa deve também visitar na forma de peregrinação a basílica do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP), ou qualquer igreja paroquial do Brasil dedicada à padroeira do país.

Para os fiéis impedidos pela velhice ou por grave doença, e por isso não podem visitar algum templo dedicado a Nossa Senhora Aparecida, o documento Penitenciária Apostólica Nº 1015/16/1, estabelece, que também poderão igualmente alcançar a indulgência plenária. Para isso, é preciso “a rejeição de todo pecado, e com a intenção de cumprir onde em primeiro lugar for possível as três costumeiras condições: rezar, comungar e rezar em intenção do Papa; e espiritualmente se dedicarem diante de alguma pequena imagem da Virgem Aparecida, a funções ou peregrinações jubilares, ofertando suas preces e dores ao Deus misericordioso por Maria”.

Confira clicando aqui a íntegra do texto enviado pela Penitenciária Apostólica

O que é Indulgência Plenária?

A doutrina e o uso das indulgências na Igreja Católica há vários séculos encontram sólido apoio na Revelação divina, e vem dos Apóstolos.

“Indulgência é a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida aos pecados já perdoados quanto à culpa, que o fiel, devidamente disposto e em certas e determinadas condições, alcança por meio da Igreja, a qual, como dispensadora da redenção, distribui e aplica, com autoridade, o tesouro das satisfações de Cristo e dos Santos”. (Norma 1 do Manual das Indulgências).

O Catecismo da Igreja Católica ensina que: “Pelas indulgências, os fiéis podem obter para si mesmos e também para as almas do Purgatório, a remissão das penas temporais, sequelas dos pecados (n. 1498).

O pecado tem duas consequências: a culpa e a pena. A culpa é perdoada na Confissão; a pena, que é a desordem que o pecado provoca no pecador e nos outros, e que precisa ser reparado, é eliminada pela indulgência que pode ser plenária (total) ou parcial.

 As indulgências plenárias, geralmente, consistem em uma obra que é indulgenciada e mais outras três condições: confissão, comunhão e oração pelo Santo Padre, o Papa. Estas três condições básicas sempre acompanham as obras que são indulgências plenárias.

A pessoa, para receber a indulgência, precisa ter condição para cumprir as obras. Se uma pessoa está em estado de pecado, numa situação irregular e não pode se confessar, logo, é evidente que ela não pode receber indulgência.

As obras podem ser: uma visita a um cemitério, uma Igreja, a um santuário; fazer uma peregrinação, dentre outras práticas. As obras também podem ser indulgenciadas pelo Papa, como é o caso do Ano Jubilar Mariano, que pede a visita a algum templo dedicado a Nossa Senhora Aparecida.

As indulgências só podem ser recebidas uma vez ao dia, para si mesmo ou para as almas.

Clique aqui e veja as paróquias de nossa Arquidiocese que recebem o título de Nossa Senhora Aparecida.

 

Por Kamila Aleixo

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